Cinco meses de carreira solo. O que é isso?
É o maior choque de realidade que eu já tive na vida. É entender que quando você está ralando em uma empresa, alguém está lá fora batalhando um trabalho para você fazer.
É sacar que a realidade é mais dura e mais compensadora do que você pensa.
É perceber que não existe um modelo certo de empreendedor, mas que para todos eles a mesma realidade se apresenta: tem que ir atrás, senão não rola. É admitir que você é o responsável pelo sucesso e pelo fracasso.
É se emocionar com o apoio da pessoa mais importante do mundo, que mostra na prática a diferença entra gostar e amar.
Cinco meses de carreira solo é ver as reservas sendo utilizadas e sentir como isso te incentiva a falar com mais pessoas, a conversar com mais parceiros, a cavar mais oportunidades.
Porquê por mais improvável que possa parecer, tem muita empresa que precisa do que eu e outros valentes fazemos.
Mas não se engane, que o seu produto não é publicidade, design, branding ou endomkt.
O que a gente vende é o brilho nos olhos. É a sinceridade de pensar no problema do cliente como se fosse seu. Não…como se fosse da pessoa que você mais ama.
Hoje eu já me acostumei a falar da Mesa na terceira pessoa do singular ou na primeira pessoa do plural e você não imagina como isso pode soar estranho no começo.
Aos pouquinhos, a cabeça de funcionário vai ficando no passado. Aos pouquinhos eu já me sinto à vontade para dizer que ‘fui redator’ e que hoje sou dono de um estúdio pequeno e adorável, que tem um cartão cor-de-rosa e acredito, um futuro interessante.
Aguarde pelos próximos capítulos. A emoção é garantida pelo mundão.
sábado, 29 de outubro de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)
4 comentários:
é isso, edu!
Vai que é tua, mano. Cá dos incisos e artigos legais que ocupam muito mais tempo em minha vida do que jamais imaginei, torço pelo seu sucesso. Com a mesma sinceridade com que torço pelos bons. E os bons, não se engane, não são os "do bem" como bem disseste numa dia desses. São os fortes, que trazem cravados na alma, a honestidade sem desvios e a certeza de que o mundo (se não inteiro, ao menos boa parte dele) é a nossa casa. E dela, cuidamos bem. Parabéns, meu velho. Parabéns.
Boa Edu,
Eu sempre me considerei um privilegiado em poder dizer:
o Edu é meu amigo.
E hoje me sinto mais privilegiado ainda, dizendo:
o Edu é meu amigo e abriu a própria empresa. E ela deu certo.
O anônimo sou eu
Rubinho
Postar um comentário